
Sei Que este assunto é bastante delicado e muito polêmico para ser tratado em qualquer ocasião sobretudo entre o natal e o ano novo, mas é devido a seriedade deste assunto e a uma matéria publicada na Veja esta semana que me faz retomar o tem. Tenho expressado aqui no Blog a minha opinião; sou a favor da pena de morte. Tenho recebido e-mails e comentários de pessoas que são contra sob as seguintes argumentações:
· Que a pena de morte não diminui a criminalidade, sobretudo o homicídio.
· Que agora estamos no período da graça e, portanto a lei não se aplica mais.
· Que aquele que está no corredor da morte pode ser inocente.
Bem, vou ficar somente com estas contra argumentações, elas resumem as demais. O problema é que elas não me convenceram ainda.
No meu último artigo sobre o tema em momento nenhum fiz menção a respeito das estatísticas ou resultados da adoção da pena de morte ou não sobre a sociedade. Disse apenas que era um ato justo, ou seja, está baseado na justiça criminal apresentada pela Bíblia e isto independe de resultados.
A pena de morte repara judicialmente o erro cometido pelo transgressor e para mim esta argumentação é a principal e ela independe dos resultados positivos ou negativos sobre a sociedade. Logicamente para que o homicídio seja punido com a pena de morte as provas teriam que ser inquestionáveis para não cometermos injustiça.
Não podemos mudar este e outros princípios de justiça social somente porque os governos humanos hoje são outros, somente porque naquele tempo o governo de Israel era Teocrático, a justiça deve caber em todas as formas de governo, deve servir a todos os estilos de governança, sejam reinos ou repúblicas. A justiça é mais alta que a política e, portanto toda política que não faz justiça paga um preço social enorme.
Pena de morte a meu ver é questão de justiça. Ponto final.
Agora, a justiça quando feita trás benefícios ingentes a sociedade e impede o mal avance. Então poderemos medir também a justiça pelos efeitos sociais que ela confere. Se a prática da justiça otimiza o mal social ou, se seu efeito é neutro então precisamos averiguar a legitimidade de tal lei, é provável que, nestes casos, a injustiça esta travestida em lei.
Caso a justiça, em forma de lei, traga benefícios sociais práticos, avaliados estatisticamente, isto se torna indicio de que esta lei é boa e que a justiça de fato está sendo feita.
A revista New York Times publicou recentemente uma reportagem afirmando que para cada criminoso condenado à morte, ocorrem de três a dezoito assassinatos a menos. E esta estatística é resultado de uma série de estudos realizados na última década.
Eles descobriram que, nos lugares em que a pena de morte foi aplicada com mais freqüência e com mais rapidez, como no Texas, a taxa de homicídios caiu de maneira acentuada.
Há sim uma correlação direta entre a pena de morte e o número de assassinatos. Cada execução acaba salvando cinco pessoas, pelas contas do economista H. Naci Mocan.
No Brasil este ano foram 44.663 assassinatos. Esta na hora de repensarmos a nossa justiça social. Se a lei da pena de morte faz justiça e diminui a criminalidade como seria má?
· Que a pena de morte não diminui a criminalidade, sobretudo o homicídio.
· Que agora estamos no período da graça e, portanto a lei não se aplica mais.
· Que aquele que está no corredor da morte pode ser inocente.
Bem, vou ficar somente com estas contra argumentações, elas resumem as demais. O problema é que elas não me convenceram ainda.
No meu último artigo sobre o tema em momento nenhum fiz menção a respeito das estatísticas ou resultados da adoção da pena de morte ou não sobre a sociedade. Disse apenas que era um ato justo, ou seja, está baseado na justiça criminal apresentada pela Bíblia e isto independe de resultados.
A pena de morte repara judicialmente o erro cometido pelo transgressor e para mim esta argumentação é a principal e ela independe dos resultados positivos ou negativos sobre a sociedade. Logicamente para que o homicídio seja punido com a pena de morte as provas teriam que ser inquestionáveis para não cometermos injustiça.
Não podemos mudar este e outros princípios de justiça social somente porque os governos humanos hoje são outros, somente porque naquele tempo o governo de Israel era Teocrático, a justiça deve caber em todas as formas de governo, deve servir a todos os estilos de governança, sejam reinos ou repúblicas. A justiça é mais alta que a política e, portanto toda política que não faz justiça paga um preço social enorme.
Pena de morte a meu ver é questão de justiça. Ponto final.
Agora, a justiça quando feita trás benefícios ingentes a sociedade e impede o mal avance. Então poderemos medir também a justiça pelos efeitos sociais que ela confere. Se a prática da justiça otimiza o mal social ou, se seu efeito é neutro então precisamos averiguar a legitimidade de tal lei, é provável que, nestes casos, a injustiça esta travestida em lei.
Caso a justiça, em forma de lei, traga benefícios sociais práticos, avaliados estatisticamente, isto se torna indicio de que esta lei é boa e que a justiça de fato está sendo feita.
A revista New York Times publicou recentemente uma reportagem afirmando que para cada criminoso condenado à morte, ocorrem de três a dezoito assassinatos a menos. E esta estatística é resultado de uma série de estudos realizados na última década.
Eles descobriram que, nos lugares em que a pena de morte foi aplicada com mais freqüência e com mais rapidez, como no Texas, a taxa de homicídios caiu de maneira acentuada.
Há sim uma correlação direta entre a pena de morte e o número de assassinatos. Cada execução acaba salvando cinco pessoas, pelas contas do economista H. Naci Mocan.
No Brasil este ano foram 44.663 assassinatos. Esta na hora de repensarmos a nossa justiça social. Se a lei da pena de morte faz justiça e diminui a criminalidade como seria má?
