
Este é o título da capa da revista Veja desta semana falando sobre a queda da CPMF, o “imposto do cheque” que gerou a súbita retirada de 40 milhões de reais das previsões de arrecadação, cerca de 7% da receita fiscal para 2008.
A sigla CPMF significa Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira e este tributo recolhe para o governo 0,38% de todos os saques, depósitos e transferências bancárias
A sigla CPMF significa Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira e este tributo recolhe para o governo 0,38% de todos os saques, depósitos e transferências bancárias
Política e Economia são assuntos que entendo muito pouco mas vou tentar examinar este assunto a luz do bom senso. Bem, os analistas internacionais dizem que qualquer taxa acima de 30% é confiscatória. No Brasil a carga tributária é de quase 40%, um absurdo se comparado a outros países.
O imposto de renda é importante pois é transformado em educação, saúde e habitação; escolas e universidades, hospitais e casas populares. Nós sabemos que o Governo gasta mal o dinheiro arrecadado e o corte da CPMF é uma maneira de forçar o Estado a organizar suas finanças.
Creio que o dinheiro depositado nos cofres público é tão sagrado quando o dinheiro depositado nas urnas das igrejas, em ofertas a Deus, pois Jesus nos ensina a “dar a César (imposto) o que é de César e a Deus o que é de Deus (dízimo).
Um é o dízimo da cidadania, e o outro é o dízimo da vida cristã e ambos o dízimo da fraternidade universal.
Muitos crentes dão a César o que é de César, mas não dão a Deus o que é de Deus. Outros dão a Deus o que é de Deus, mas não dão a César, sonegam César, burlam César com muitas desculpas e falcatruas. E há muitos que devido estarem na economia informal, que hoje no Brasil chega a 40%, nem moedas jogam no prato do César.
Mas o pior é aquele que nem dá a César e nem a Deus, são camelôs da vida pública e do Reino de Deus. Não entendem o quão sagrado é dar o dízimo e pagar os impostos.
Qualquer um que se recuse a dar tanto a César quanto a Deus, é réu de sublevação, conspira contra ordem social e espiritual e compromete o desenvolvimento e o progresso da sociedade rumo a liberdade e o crescimento do Reino de Deus.
