
Vamos fazer uma caminhada sobre a pavimentação histórica do papado dentro dos muros do catolicismo e sua semelhança com o movimento evangélico atual.
O Primeiro passo foi o paganismo no culto cristão.
A igreja católica viveu intensamente o paganismo desde os tempos em que Constantino, imperador romano, unificou o Estado a Igreja até o anos 400 A.D. Neste período muitos pagãos entraram na igreja, sem conversão. Criando assim uma ambiência para que a igreja tivesse também um sistema político dentro de sua estrutura. O Estado se cristianizou neste período e a igreja se estatizou.
Por sinal creio que a igreja evangélica brasileira esteja repetindo esta história com o seu crescimento numérico ingente que parece ser fruto mais de adesão do que de conversão. Se for isso, mais cedo do que imaginamos veremos a igreja evangélica paganizada e secularizada.
Neste período nasce também a adoração dos santos. Era natural que se tributasse honra aos mártires por sua firmeza. Contudo com a presença de uma massa de não convertidos no seio da igreja, que estava acostumada aos deuses das suas cidades e aos seus lugares sagrados, esta honra se tornou uma adoração em pouco templo.
Os santos passaram a ser considerados como perquenas divindades cuja intercessão era valiosa diante de Deus. Os lugares onde nasceram e viveram foram considerados santos. Surgiram assim as peregrinações e a veneração de relíquias.
O segundo passo foi o ofício do bispo.
Num segundo momento houve um engrandecimento do ofício do bispo católico que tinha ido tão longe que se considerava a verdadeira igreja constituída somente deles; a igreja era o bispo e aqueles em comunhão com ele. Quando se reuniam todos os bispos, julgava-se que a Igreja estava reunida.
Mas uma vez, me perdoem a observação, mas a igreja evangélica novamente imita o catolicismo histórico com o engrandecimento do ofício apostólico. A igreja é hoje o apóstolo e quem não estiver na visão do apóstolo não é igreja. Surge assim um colegiado apostólico que está se preparando para se tornar no futuro algo pior. A igreja evangélica nunca foi tão católica como nestes dias.
O terceiro passo foi conseqüentemente a centralização da autoridade.
Começa na igreja católica um processo de centralização de autoridade com o aparecimento do bispo com caráter monárquico, isto é, do bispo que a principio é somente o dirigente de uma igreja e depois aparece como o governador de uma diocese. Na versão evangélica brasileira o nome desse papa é Rene Terra Nova, governador da diocese do Brasil.
Surgem os bispos metropolitanos no quarto passo histórico.
Por esta época a idéia de diocese tomou grande desenvolvimento, tornando cada vez maior o poder dos bispos. . Mais adiante os bispos das capitais das províncias romanas tornaram-se naturalmente mais importantes que os demais. Eles foram chamados de bispos metropolitanos e cada um exercia superintendência sobre os demais bispos e suas dioceses.
Observe que no caso católico quanto evangélico a questão do poder está sempre por trás, nas motivações e nas entrelinhas.
O quinto passo foi nomear cinco bispos dentre os demais.
Com um passo mais adiante na centralização, cinco bispos se levantaram acima dos demais, e foram considerados patriarcas, e que eram: O bispo de Roma, o de Constantinopla, o de Alexandria, o de Antioquia e o de Jerusalém.
Veja se não parece com apóstolo de Salvador, do Rio de Janeiro e assim por diante.
No sexto passo completa-se o desenvolvimento da igreja Católica.
Pelo ano de 400 já se verifica o completo desenvolvimento da igreja Católica, com sua organização hierárquica completa, o clero exercendo demasiado domínio espiritual sobre o povo e o culto impressionante e cheio de mistérios.
Cultos impressionantes fazem também os evangélicos nas megaigrejas, na versão atual chamado de Show, onde o povo também fica a mercê do domínio espiritual e os mistérios são enfatizados.
No sexto passo histórico dá-se credito a doutrina agostiniana
A doutrina agostiniana cria que os primeiros bispos da igreja foram escolhidos pelos apóstolos. Estes por sua vez receberam de Jesus a autoridade sobre a igreja e o poder de constituir bispos. Segundo Agostinho somente os bispos podiam ministrar o verdadeiro ensino cristão que conduz a salvação. Mais ainda: ùnicamente eles foram os guardas dos verdadeiros sacramentos. Enfim Agostinho ensinava que a verdadeira igreja se caracterizava por seus bispos possuírem a legítima sucessão apostólica. Somente na Igreja Católica, a igreja destes bispos, havia salvação. Sem comentário.
Oitavo passo: cresce o poder do bispo de Roma.
Entre os cinco patriarcas, os dois mais importantes eram: o de Roma e o de Constantinopla, as duas principais cidades do império. Inevitavelmente, o bispo de Roma dispunha de um poder que nenhum outro poderia conseguir, pois ele era bispo da antiga capital do mundo. Por muitos séculos Roma impôs sua autoridade sobre o mundo inteiro.
E finalmente Pedro foi considerado o primeiro papa.
No quinto século a igreja católica ensinava que Cristo deu a Pedro autoridade sobre os demais apóstolos e que Pedro foi o primeiro bispo de Roma. Concluía-se assim todo o processo que culminou no trono papal.
Quem se assentará no trono evangélico no Brasil?
O Primeiro passo foi o paganismo no culto cristão.
A igreja católica viveu intensamente o paganismo desde os tempos em que Constantino, imperador romano, unificou o Estado a Igreja até o anos 400 A.D. Neste período muitos pagãos entraram na igreja, sem conversão. Criando assim uma ambiência para que a igreja tivesse também um sistema político dentro de sua estrutura. O Estado se cristianizou neste período e a igreja se estatizou.
Por sinal creio que a igreja evangélica brasileira esteja repetindo esta história com o seu crescimento numérico ingente que parece ser fruto mais de adesão do que de conversão. Se for isso, mais cedo do que imaginamos veremos a igreja evangélica paganizada e secularizada.
Neste período nasce também a adoração dos santos. Era natural que se tributasse honra aos mártires por sua firmeza. Contudo com a presença de uma massa de não convertidos no seio da igreja, que estava acostumada aos deuses das suas cidades e aos seus lugares sagrados, esta honra se tornou uma adoração em pouco templo.
Os santos passaram a ser considerados como perquenas divindades cuja intercessão era valiosa diante de Deus. Os lugares onde nasceram e viveram foram considerados santos. Surgiram assim as peregrinações e a veneração de relíquias.
O segundo passo foi o ofício do bispo.
Num segundo momento houve um engrandecimento do ofício do bispo católico que tinha ido tão longe que se considerava a verdadeira igreja constituída somente deles; a igreja era o bispo e aqueles em comunhão com ele. Quando se reuniam todos os bispos, julgava-se que a Igreja estava reunida.
Mas uma vez, me perdoem a observação, mas a igreja evangélica novamente imita o catolicismo histórico com o engrandecimento do ofício apostólico. A igreja é hoje o apóstolo e quem não estiver na visão do apóstolo não é igreja. Surge assim um colegiado apostólico que está se preparando para se tornar no futuro algo pior. A igreja evangélica nunca foi tão católica como nestes dias.
O terceiro passo foi conseqüentemente a centralização da autoridade.
Começa na igreja católica um processo de centralização de autoridade com o aparecimento do bispo com caráter monárquico, isto é, do bispo que a principio é somente o dirigente de uma igreja e depois aparece como o governador de uma diocese. Na versão evangélica brasileira o nome desse papa é Rene Terra Nova, governador da diocese do Brasil.
Surgem os bispos metropolitanos no quarto passo histórico.
Por esta época a idéia de diocese tomou grande desenvolvimento, tornando cada vez maior o poder dos bispos. . Mais adiante os bispos das capitais das províncias romanas tornaram-se naturalmente mais importantes que os demais. Eles foram chamados de bispos metropolitanos e cada um exercia superintendência sobre os demais bispos e suas dioceses.
Observe que no caso católico quanto evangélico a questão do poder está sempre por trás, nas motivações e nas entrelinhas.
O quinto passo foi nomear cinco bispos dentre os demais.
Com um passo mais adiante na centralização, cinco bispos se levantaram acima dos demais, e foram considerados patriarcas, e que eram: O bispo de Roma, o de Constantinopla, o de Alexandria, o de Antioquia e o de Jerusalém.
Veja se não parece com apóstolo de Salvador, do Rio de Janeiro e assim por diante.
No sexto passo completa-se o desenvolvimento da igreja Católica.
Pelo ano de 400 já se verifica o completo desenvolvimento da igreja Católica, com sua organização hierárquica completa, o clero exercendo demasiado domínio espiritual sobre o povo e o culto impressionante e cheio de mistérios.
Cultos impressionantes fazem também os evangélicos nas megaigrejas, na versão atual chamado de Show, onde o povo também fica a mercê do domínio espiritual e os mistérios são enfatizados.
No sexto passo histórico dá-se credito a doutrina agostiniana
A doutrina agostiniana cria que os primeiros bispos da igreja foram escolhidos pelos apóstolos. Estes por sua vez receberam de Jesus a autoridade sobre a igreja e o poder de constituir bispos. Segundo Agostinho somente os bispos podiam ministrar o verdadeiro ensino cristão que conduz a salvação. Mais ainda: ùnicamente eles foram os guardas dos verdadeiros sacramentos. Enfim Agostinho ensinava que a verdadeira igreja se caracterizava por seus bispos possuírem a legítima sucessão apostólica. Somente na Igreja Católica, a igreja destes bispos, havia salvação. Sem comentário.
Oitavo passo: cresce o poder do bispo de Roma.
Entre os cinco patriarcas, os dois mais importantes eram: o de Roma e o de Constantinopla, as duas principais cidades do império. Inevitavelmente, o bispo de Roma dispunha de um poder que nenhum outro poderia conseguir, pois ele era bispo da antiga capital do mundo. Por muitos séculos Roma impôs sua autoridade sobre o mundo inteiro.
E finalmente Pedro foi considerado o primeiro papa.
No quinto século a igreja católica ensinava que Cristo deu a Pedro autoridade sobre os demais apóstolos e que Pedro foi o primeiro bispo de Roma. Concluía-se assim todo o processo que culminou no trono papal.
Quem se assentará no trono evangélico no Brasil?
