sábado, 1 de dezembro de 2007

Sexo na Igreja


A revista Superinteressante deste mês de dezembro traz uma pergunta que todos se fazem a respeito dos escândalos de pedofilia e homossexualismo no catolicismo. “Por que a instituição que mais prega a castidade e a retidão moral é palco de tantos escândalos sexuais?” diz o subtítulo da matéria.
Quero dar minha opinião sobre esse tema. O problema é mais profundo do que realmente imaginamos. A revista propõe três razões para tais escândalos.
1.Falta de punição. Os líderes católicos abafam os casos.
2. Status. O padre é uma pessoa respeitada no círculo social, ele é um criminoso de batina que se aproveita desse poder para seduzir.
3. O celibato. Que não deixa de ter sua influência. Os reformadores estavam certos ao afirmarem que esta imposição vai contra os ensinos bíblicos e causa de abominações e escândalos sexuais.
A sexualidade é talvez a maior força, o desejo mais poderoso dentro de um ser humano. Ela é tão poderosa que nenhuma medida, norma ou balizamento humano consegue contê-la. Pelo contrário, medidas como a do celibato podem ainda mais gerar compulsões sexuais doentias. O ascetismo nada pode contra a sexualidade. Não sou eu quem digo isso, diz as Escrituras em Colossenses 2.20-23. (Leia)
O rigor ascético “não tem valor algum contra a sexualidade”.
Toda a religião que tenta impor por força da lei, do estatuto, das normas antigas ou novas, padrões de sexualidade muito rigorosos, é uma religião cujos líderes desconhecem a natureza humana tal como ela se apresenta nas Sagradas Escrituras.

Não importa se esta religião é católica ou protestante.

A igreja católica com estas medidas é a grande culpada por estes escândalos. O clero católico está enfermo no que tange a sua moralidade por culpa dos seus líderes que impõem um ascetismo rigoroso sem levar em conta este desejo que nenhuma lei consegue represar.


Qualquer religião que fizer tal qual a igreja Romana terá a mesma conseqüência; a vergonha.
Veja, o indivíduo é criado dentro de um sistema onde a moral e a ética são valores, num sistema religioso pesado, fechado, de uma hierarquia dura, de um moralismo inflexível e ele ali vivendo um tremendo conflito interior, sua sexualidade que a princípio poderia até ser hetero, debaixo de toda esta pressão, essa carga, começa a se desvirtuar naqueles cuja moralidade interior é mais fraca que a exigida pelas bulas papais, essa sexualidade passa ser doentia e compulsiva e vaza para a homossexualidade, que creio, a princípio é apensa homossexualidade mas que com o tempo, em razão de se tornar ainda mais compulsiva - e não encontrar satisfação na paróquia, pois quem dos adultos paroquianos seria alvo dessa tara - migra para uma homossexualidade mais doentia, a pedofilia, que pode ser mais facilmente ocultada da paróquia pois a vítima é inocente e presa de fácil.
Metade dos padres heterossexuais que não migraram para o homossexualismo e a pedofilia se casam e são expusos, é o que diz a estatística, ou ocultam um relacionamento hetero. Isso é muito comum nas pequenas cidades brasileiras.
O fim do celibato é a pedofilia pois o celibato “nada pode contra a sexualidade”. Ora se nada pode contra, pode contudo a favor da homossexualidade, a favor da pedofilia. Esse é o efeito contrário do ascetismo católico. A igreja católica joga contra ela mesma e contra a sociedade que é vitimada por padres tarados.
Para mim esta é a razão principal dos escândalos a nível global que a igreja católica está promovendo “inconscientemente”.
Stênio Verde
Vitória da Conquista, 1 de dezembro de 2007.

Lula, Hugo Cháves e o Cordeiro


Encontrei ontem o irmão Humberto, uma ovelha preciosa da minha igreja, entre um papo e outro ele me perguntou: Pastor, estou lendo o livro de Apocalipse e gostaria de saber quem é o cordeiro tão mencionado no livro.
A resposta estava na ponta da língua, respondi que o Cordeiro é Cristo como nos mostrou João Batista apontando para Jesus: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Bem esta resposta estava pronta a muito tempo o que não estava pronto era o complemento. Lembrei-me de que no Apocalipse o Cordeiro esta assentado no trono do universo. Um cordeiro sobre o trono é algo incomum na história dos grandes governantes, Jesus é único, Ele consegue ser manso e puro como um cordeiro e soberano como um Rei. Há um tremendo equilíbrio de forças neste quadro “político”.
O mundo sempre sofreu com políticos que não conseguiram ser cordeiros sobre tronos. Um trono sem cordeiro gera ditadores e regimes autoritários como os de Hugo Cháves, Evo Morales e Fidel Castro. O perigo do narcisismo e do personalismo é representado pelo trono sem cordeiro.
Por um outro lado, os governantes não podem fazer o papel de cordeiro sem trono, como o nosso presidente Lula que quase sempre é condescendente com a carga fiscal mantendo a mordida tributaria, no combate a corrupção dentro do partido governista (PT) no caso do mensalão e do mensalinho onde ele continua afirmando nada saber.
Somente Cristo conseguirá ser Cordeiro e reinar no Trono da política universal com o equilíbrio que nenhum outro governante na história conseguiu e jamais conseguirá.
Sou partidário deste governo e por ele espero.
Verde.

Pena de Morte


Sempre encontro pessoas me perguntando se sou a favor da pena de morte e sempre respondo sem titubear: “Sou!”. Sinto logo a recriminação no olhar das pessoas. Sei que a grande maioria dos cristãos contra-argumentam, falando sobre a graça, sobre o perdão e que estamos em outra época que agora não pode mais haver “olho por olho” e “dente por dente” e que se assim for todo mundo vai ficar cego e banguela. E para mim estes argumentos fracos pois não estão baseados nos dez mandamentos

Meus argumentos são poucos e vou apenas mencionar o principal. A nação de Israel teve um governo teocrático e este governo devia servir de base para todos os governos do mundo, seu princípios e leis deveriam ser estudas pelos grandes líderes mundiais, pois Deus melhor do que ninguém sabe como governar um povo, uma nação.

Quando Deus presidiu uma nação instituiu a justiça social e dentro dessa justiça, a pena de morte era prevista para os casos de crime com a intenção de matar. A lei servia de rédea para coibir a impunidade. Se porventura um homem estivesse trabalhando com o machado e a lâmina do machado escapasse e ferisse mortalmente a alguém, aquele que estava trabalhando com o machado era enviado a uma cidade refúgio para não correr o risco da vingança pois era inocente, uma vingança que poderia gerar pena de morte para aquele que a praticou.


Não havia presídios em Israel, pois a justiça social era feita e o réu era tratado na mesma proporção de sua culpa, não havia lugar para homicidas, e isso impedia que aquele que matou se tornasse uma serial killer ou que ele matasse outras pessoas por puro prazer.
Em termos de justiça social creio no “olho por olho e dente por dente”. Isso evitaria muitos problemas sociais em qualquer nação.

Em Israel não haveria lugar para Fernandinho Beiramar e seus comparsas.

Verde.